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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Mimando a gatinha!

Depois de tanta tristeza e coração na mão enfim a calmaria, ontem retornamos ao PS, a gatinha com quase 40 °C de febre e gemendo de dor, falando entre nós, alergia? Fala sério, não é só o quadro alérgico que minha princesa teve, o que é então? Mais uma vez fui lesada por negligência médica, não vamos nos enganar com a simpatia dos médicos, o que eu quero ver é profissionalismo, como todos vocês sabem no Sábado eu e meu marido levamos a Gabi no PS e lá a pediatra disse que era alergia, não tinha a garganta inflamada, não tinha o ouvido infeccionado, graças a Deus, falou que a febre iria persistir durante 3 dias, gente é muito triste ver o nosso filho doente e não saber o que fazer, pois bem, se passaram 5 dias de febre alta e nada de melhora, a minha princesa nem parecia aquela menininha bagunceira, comunicativa que colocava a nossa casa de cabeça para baixo, estava enjoada, só queria o meu colo, comer nem pensar, só queria mamar nos seios, que estão super doloridos e formaram até bolhas, mamãe sofre...
Dessa vez já fui preparada pra falar um monte, cheguei por volta das 17: 30 passamos pela enfermaria, mediram a temperatura, que estava 38,5 °C, como eu já fui reclamando, imediatamente medicaram com a 10 gotas de dipirona, esperamos a médica chamar, enquanto isso a Gabi só gemendo e chorando de dor, encontrei até uma benzedeira por lá, de tanta dó da minha princesa fez uma oração lá mesmo, eu sou católica mas acredito na fé de cada um, Deus é um só! A senhora benzedeira disse que ela estava com o bucho virado, eu não sei o que significa, logo a médica nos chamou, eu falei o q tinha acontecido no Sábado e ela pediu exames, até que enfim! Hemograma, urina e raio X. Que dó que eu fiquei da minha gatinha, tirou sangue, mais chorei eu do que ela, xixi só depois de 3 hs quando o papai e o vovô Paulo chegaram, demorou muito, ela estava insegura aquele plástico deve incomodar D+, o Raio X eu estava morrendo de medo da minha gatinha  fazer, pensei até que eu precisasse usar uma proteção para ficar com ela lá dentro, pelo menos não fui informada, foi difícil pra caramba, como eu estava sozinha com ela ficou complicado segura-la, precisei me transformar em uma mãe polvo.
Enfim a Gabi está com infecção urinaria forte e um pouco de anemia, quase arranquei os cabelos, como? A Gabi come super bem, sempre dou bastante liquido para ela beber, o que fazer? A pediatra passou um antibiótico para a infecção (Cefalexina) e nada para a anemia, segundo a médica a anemia é leve e foi desencadeada pela própria infecção e por ela ter ficado sem comer durante esses 5 dias, e para completar a princesa está com resfriado também, tempo maluco em Sampa e com tudo isso, estou mimando a minha gatinha.
Fiquem atentos!!!!





Bebês podem ter infecção urinária? (Baby Center)
Sim. O nome mais específico é infecção no trato urinário, sistema composto pelos seguintes órgãos: 
- os rins, que fabricam a urina 
- os ureteres, que levam a urina dos rins até a bexiga 
- a bexiga, que armazena a urina enquanto ela não é eliminada 
- a uretra, que leva a urina da bexiga até o orifício por onde o xixi sai 

Em condições normais, a urina segue esse caminho sem problemas, mas, quando se contamina por bactérias -- que costumam vir da pele em torno dos órgãos genitais, do ânus ou pelo sangue --, pode provocar inflamação e infecção em qualquer ponto do percurso. Cerca de 8 por cento das meninas e 2 por cento dos meninos sofrem pelo menos uma infecção no trato urinário ao longo da infância. 

Procure o médico se desconfiar que há algo errado. As infecções urinárias são fáceis de tratar, mas se não forem debeladas podem causar danos permanentes aos rins, e até mesmo insuficiência renal. De acordo com especialistas, em crianças de até 2 anos a probabilidade de sofrer sequelas graves é maior que em crianças mais velhas, por isso é importante diagnosticar o problema o quanto antes. 

Como vou saber se meu filho está com a infecção? 

Muitas vezes, uma febre inexplicável é o único sinal da infecção. Cerca de 5 por cento das crianças até 3 anos com febre e sem nenhum outro sintoma estão com infecção no trato urinário. Como os sintomas são escassos e pouco específicos, muitos bebês acabam nem sendo diagnosticados. 

Em alguns casos, as crianças podem apresentar outros sintomas -- acompanhados ou não de febre --, como: 

• Choro ou reclamação na hora de fazer xixi (um jeito de saber se a criança está fazendo xixi naquele exato momento é colocando a mão sobre a fralda. Dá para sentir o quente da urina enchendo a fralda). 
• Urina com cheiro ruim 
• Urina opaca, turva ou com sangue 
• Irritabilidade persistente, sem explicação 
• Vômitos 
• Falta de apetite 
• Emagrecimento ou dificuldade para ganhar peso 

Como a doença é diagnosticada? 

O médico vai fazer perguntas sobre os sintomas que você está percebendo, e vai examinar o bebê. Talvez pergunte se há casos de infecções urinárias frequentes na família, já que o problema pode ser hereditário. 

Caso o pediatra desconfie de uma infecção no trato urinário, vai pedir um exame de urina, para tentar detectar a presença de bactérias. O resultado é rápido para saber se se trata ou não de infecção: a presença de um número elevado de glóbulos brancos, em geral, é um forte indício de infecção urinária causada por bactérias, e essa resposta sai no mesmo dia. 

Depois disso, a mesma amostra de urina normalmente é mantida no laboratório para o exame de urocultura, que tenta identificar exatamente a bactéria responsável pela infecção, e para o antibiograma, que testa a eficácia de diferentes antibióticos contra a bactéria identificada. 

Como vou conseguir fazer exame de urina em um bebê? 

É bem difícil colher uma amostra estéril de urina de um bebê, que não esteja contaminada pelas bactérias presentes na pele, no bumbum e no cocô. 

O método mais comum de fazer o exame é grudar uma espécie de saco plástico, com adesivos e um buraco, em torno da vagina ou do pênis do bebê, depois de uma boa limpeza da área. Nem sempre a estratégia funciona da primeira vez. Siga as orientações do hospital ou do laboratório. 

Provavelmente a coleta terá de ser feita no próprio hospital ou laboratório, e não em casa, e você vai ter de ficar esperando o xixi aparecer -- reserve um bom tempo para a "operação exame". Procure oferecer líquidos para a criança antes da coleta para tentar diminuir o tempo de espera pelo xixi. 

Em casos especiais, é necessário obter a amostra com um cateter -- um caninho flexível colocado na uretra do bebê para retirar a urina diretamente da bexiga. Apesar de desconfortável (o bebê provavelmente vai chorar), o exame é seguro e rápido: leva menos de um minuto. 

Além do exame de urina, há outros? 

Pode ser que o médico peça outros exames. Existem algumas alterações no trato urinário que podem facilitar a ocorrência de infecções urinárias, e um deles é o refluxo vésico-ureteral, situação em que a urina da bexiga volta para os rins. Os exames extras servem para verificar se há algum problema desse tipo. Entre 30 e 40 por cento dos bebês que apresentam infecção urinária têm o refluxo. 

Entre os exames que podem ser pedidos estão o ultra-som e uma série de radiografias para detectar o refluxo. 

Qual é o tratamento? 

O tratamento da infecção é feito com antibióticos, na maioria das vezes por boca, por até duas semanas. O ideal é que o antibiótico seja escolhido com base no resultado da cultura de urina e do antibiograma, mas às vezes os médicos já receitam um antibiótico chamado de "amplo espectro" antes mesmo de saber o resultado, para que o efeito seja mais rápido, e depois de identificada a bactéria ajustam a medicação. 

Ainda que a criança pareça ter melhorado depois de alguns dias, é importante dar o remédio até o último dia, conforme a receita do médico, para que a infecção não volte ainda mais forte. 

Se a criança estiver debilitada, pode precisar ser internada para receber o remédio pela veia. Quando a infecção acontece em bebês de menos de 1 mês, a hospitalização é praxe. 

E se meu filho tiver um problema mais sério? 

Caso o bebê esteja com uma obstrução no trato urinário, pode ser necessária uma cirurgia. Em alguns casos, a operação também é realizada para corrigir o refluxo vésico-ureteral, embora na grande maioria deles o problema vá embora sozinho até a criança ter 6 anos. 

Quando é diagnosticado o refluxo, às vezes os médicos receitam antibióticos em doses pequenas para ser usados a longo prazo, para evitar infecções frequentes e eventuais sequelas nos rins. 

Há algo que eu possa fazer para evitar as infecções? 

Certas crianças têm mesmo uma tendência a sofrer de infecções no trato urinário, mas há algumas medidas que você pode tomar para reduzir o risco: 

• Dê muito líquido ao seu filho. Além de manter o trato urinário em constante atividade, os líquidos ajudam a evitar a prisão de ventre, que pode colaborar para que haja infecções. 

• Também para evitar a prisão de ventre, ofereça bastante fibra ao bebê, como frutas, verduras e grãos integrais, quando ele já estiver comendo outros alimentos além do leite. 

• Se você está amamentando, mantenha o aleitamento até o bebê ter no mínimo 7 meses. Estudos já mostraram que o leite materno até essa fase protege contra infecções urinárias, e a proteção se mantém até a criança ter mais de 2 anos, mesmo que não mame mais no peito. 

• No caso de meninas, não use muito sabonete na água do banho, para não irritar a região vaginal. E sempre limpe a área da frente para trás, quando estiver trocando a fralda, para não levar bactérias do bumbum para a vagina. 


Anemia em crianças: Ministério da Saúde revela que 20% delas têm deficiência de ferro

Outros dados da pesquisa mostram que deficiência de vitamina A atinge cerca de 17% das crianças e também merece atenção

Ana Paula Pontes

  Uma pesquisa inédita realizada pelo Ministério da Saúde  revelou que a anemia afeta mais de 20% das crianças no país, e cerca de 17% têm deficiência de vitamina A. O estudo foi feito com crianças menores de 5 anos e mulheres entre 15 e 49 anos.

 Para verificar a incidência de anemia no país, foram coletadas  3.455 amostras de sangue de crianças e 5.669 de mulheres. Segundo dados, a insuficiência de ferro é mais grave no Nordeste, onde atinge 25,5% das crianças e 40% das mulheres. 

Em relação à carência de vitamina A nas crianças, as regiões Sudeste e Nordeste têm os números mais preocupantes, de 21,6% e 19%, respectivamente. 

Segundo o Ministério, essas duas deficiências são de maior ocorrência no mundo, e podem reduzir a imunidade a infecções, além de problemas de desenvolvimentocognitivo e psicológico. O objetivo dessa análise é ampliar programas de prevenção. 


A anemia infantil no mundo 

Um estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde, entre 1993 e 2005, divulgado no fim do ano passado, mostrou que a prevalência mundial de anemia em crianças entre 0 e 5 anos é de 47,4%. O número também é alto para as gestantes. Cerca de 41,8% das grávidas têm deficiência de ferro. 

De acordo com uma pesquisa realizada pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, a prematuridade (a reserva de estoque de ferro acontece no último trimestre da gestação), o baixo peso ao nascer e o abandono precoce do aleitamento materno estão entre as causas mais comuns para a deficiência de ferro em crianças. O problema também se agrava na primeira infância, quando o leite materno é substituído por outros alimentos pobres em ferro. 



Evitando a anemia infantil

Cuidados para equilibrar a dieta evitam a anemia nas crianças
Redação Crescer
O segundo ano de vida do bebê é muito importante para a adoção de hábitos alimentares corretos, pois é quando deve acontecer a troca definitiva das mamadeiras e papas por comida sólida. Mas, como essa é uma fase de transição alimentar, os desequilíbrios ocorrem e não são raros nesse período os casos de anemia, causada pela falta de ferro. "A dieta mais comum das crianças, à base de leite e carboidratos presentes nas massas e biscoitos, é pobre em ferro", diz o pediatra Cláudio Schvartsman, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Alojado na hemoglobina (pigmento do glóbulo vermelho do sangue), o ferro é responsável pelo transporte de oxigênio para os tecidos, e sua carência provoca cansaço, apatia e palidez. Essa anemia, que não se origina na falta de alimento e sim no desequilíbrio da dieta, é geralmente moderada, mas tem conseqüências. "Ela não é facilmente percebida nem mesmo pelos pediatras, mas estudos mostram que ela afeta o desenvolvimento, e a criança fica mais lenta nas respostas aos estímulos psicomotores", explica o pediatra José Augusto Taddei, professor de Nutrologia, na Universidade Federal de São Paulo. 


Absorção difícil 
A falta de ferro é freqüente também porque ele não é facilmente absorvido pelo organismo. As carnes (bovina, suína, de frango e de peixe) são sua melhor fonte, pois fornecem o ferro orgânico, ou heme, de assimilação mais fácil. "Por isso os pais devem insistir com os filhos que recusam carne. Estudos evidenciam que as crianças costumam aceitar novos alimentos somente entre a quinta e a décima vez em que são oferecidos", diz Schvartsman. Já os vegetais de cor verde- escura, como couve e brócolis, contêm ferro não-orgânico, de absorção mais difícil. Para facilitar a assimilação, as verduras devem ser consumidas junto com Vitamina C, na forma de sucos de frutas como laranja, limão, acerola, etc. 

Os médicos recomendam ainda adotar o leite enriquecido com ferro, já existente no mercado, assim como bolachas, iogurte, cereais. Casos mais específicos de falta de ferro exigem complementação com remédios, orientada pelo especialista.

E um velho hábito doméstico também ajuda: cozinhar em panela de ferro. O mineral adere ao alimento. Mas é preciso fazer corretamente a queima da panela (fervê-la cheia de água por três vezes e depois aquecê-la besuntada com óleo) e evitar a ferrugem, que é tóxica. 


Portal R7. com
A polícia investiga a morte de uma criança de um ano de idade em uma clínica particular do Méier, zona norte do Rio de Janeiro. Segundo a família, o bebê deu entrada com uma gripe, e no dia seguinte morreu de pneumonia.

A família informou que João Gabriel de Oliveira Silva adoeceu após passar uma semana sem vontade de comer. O menino foi levado para uma clínica particular, onde foi atendido pelo médico de plantão, que liberou a criança. A receita médica mostra que o médico prescreveu remédios para resfriado. No dia seguinte o menino foi levado novamente à clínica e uma outra equipe diagnosticou que o bebê estava com pneumonia. O garoto teve uma parada cardiorrespiratória. Os médicos tentaram reanimá-lo, mas o bebê acabou morrendo.

A assessoria de imprensa da clínica diz que apura a morte do bebê.


De olhos bem abertos, eu estou e você?

20 comentários:

  1. Ótemas informações!!! Que melhorem logo, lindos! BeijoBeijo. Andrea e Lara. http://coisas-da-lara.blogspot.com.br

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  2. Ainda bem que descobriram o que estava acontecendo...agora ela vai melhorar...Beijinhos e boa sorte...

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  3. Que Deus abençoe vcs e encha a princesa de saúde!bjs

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  4. Que chato,as melhoras para a princesa ela vai ficar boa,bjinhos

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  5. Eu fico daqui só admirando a tua dedicação como mãe, vc está de parabéns. Olha, nossos pequenos são muito mais fortes do que nós imaginamos, e ela vai superar essa infecção mais rápido do que se imagina, vc vai ver... Que Deus abençoe muito a sua familia!!!

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  6. Que dó! Ainda bem que agora está tudo tranquilo... Boas melhoras pra gatinha...Beijinhos

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  7. Boas informações...
    Que bom que ela pediu os exames e descobriram o que é...
    Infeccão urinaria é serio, e tem que ser tratado...
    Agora e mimar muito e esperar pela melhora da princesa...
    Bjs

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  8. Poxa Valéria .. que peninha da Gabi. ... amiga, ao menos agora já descobriu o que é .. não se sinta culpada, sei que passa pela nossa cabeça ... agora é dar toda atenção e carinho e seguir o tratamento direitinho ... bjs amigaaa e melhoras logo pra princesinha ai ...

    Roberta e Luma
    http://princesaluma.blogspot.com.br

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  9. Que dó dessa pequena. Mas essa questão dos médicos, vou te contar! Já pegamos cada um que parecem dois! E a gente sem saber o que fazer né?!
    Mas graças a Deus que ela já fez os exames e agora é só cuidar, já já ela vai tá fazendo aquela bagunça.

    Beijão

    em tempo: adorei a carinha nova do blog!

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  10. Amiga infelizmente os medicos não dão atençao devida quando chegamos no hospital com os bbs doentes, e isso acaba acarretando em uma piora no quadro, e isso me deixa fula da vida viu, mas agora que já sabem o que ela tem, logo logo ela mehlora, e ainda bem que ela mama no peito, pois senão ia ser dificil hein? bjos http://nossasvidaaascomosgemeos.blogspot.com.br/

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  11. Agora que você alertou, eu também estou de olho. Só Deus para cuidar e nos proteger de tantos médicos negligentes. Graças a Deus pela melhora da Gabi. Beijos e ótimo fim de semana!

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  12. Tadinha da princesa, é amiga temos que ficar sempre de olhos bem abertos, não é?
    Melhoras pra gatinha, mima sim ela tá precisando!

    Beijos

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  13. Que dó amiga criança não deveria ficar doente,melhoras se Deus quiser logo ela está sem nada...bjoos

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  14. nossa...é muito ruim ver nossos pequenos dodois....ela vai melhorar logo vc vai ver......bjus querida

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  15. Ai que dó...a gnt fica mesmo triste qndo um de nossos pequenos adoece...Melhoras p sua gatinha viu..bjs e fiquem bem.Otima semana!! :*

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  16. Tadinha que sofrimento!!
    Ainda bem quer vcs descobriram o que era,
    melhoras, espero que ela se recupere logo!!
    Beijos!!

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  17. Ufa atendimento de PS é sempre uma reclamação, eu odeio, só levo em ultimo caso nãoo tratam bem, td é virose, parece que não ligam o minimo para tentar realmente descobrir o que a cça tem! afe mas passando o estress, que bom que descobriram, tadinha infecção urinaria! e colher urina em meninas em ruim com aquele saquinho né.. mas tomara que a medicação faça seu efeito e logo ela estará de volta colocando a casa abaixo! super bjus pra vcs e melhoras pra gatinha!

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  18. Post muito instrutivo.
    Obrigada por compartilhar conosco
    A questão da alimentação e prevenção da infecção é realmente importante.
    Espero que sua pequena fique bem.
    Olha, eu criei um blog para divulgar meu trabalho com encadernação e scrap - http://feitocomcarinhodemae.blogspot.com -
    bju

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  19. Você fala tudo quando diz que é melhor olhar o medico profissional do que o bonzinho,por ser da area de saude ja vi muitas coisas erradas dos meddicos gente boa.Deve ter sido dificil para você enfrentar essa fase mais tenha força porque somos o porto seguros dos nossos filhos.E espero que Gabi esteja bem uma grande beijo na familia.

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